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sexta-feira, 8 de julho de 2016

Marcadores Tumorais para Câncer de Testículo

Este é um acometimento que tem aumentado em nosso meio como consequência do uso de aves e ovos intoxicados de promotores de crescimento.

Replico este conteúdo do Oncoguia para chamar a atenção, visto que os homens têm maior dificuldade em procurar recursos diagnósticos.

A íris é bastante elucidativa nesta situação, apresentando marcas evidentes a olho nú

Direita


Esquerda


Equipe Oncoguia
Data de atualização: 18/12/2015

Alguns exames de sangue podem ajudar a diagnosticar tumores testiculares. Muitos cânceres de testículo secretam níveis elevados das proteínas alfa-fetoproteína (AFP) e gonadotropina coriónica humana (GCH). Quando estas proteínas (denominadas marcadores tumorais) estão presentes no sangue, sugerem a existência de um tumor maligno.

Um tumor pode também aumentar os níveis da enzima desidrogenase láctica (DHL). No entanto, os níveis de DHL também podem estar aumentados por outras condições clínicas.

Os tumores não seminomas frequentemente elevam os níveis da AFP e de GCH. Os seminomas puros ocasionalmente aumentam os níveis da HCG, mas nunca alteram os níveis da AFP, portanto, qualquer aumento na AFP significa que o tumor tem um componente não seminoma.

Um nível alto de DHL frequentemente (mas, nem sempre) indica doença generalizada. Os tumores de células de Sertoli e de Leydig não produzem essas substâncias. Os níveis destas proteínas não se elevam se o tumor for pequeno.

Estes exames são uteis para ajudar a diagnosticar a presença de tumores malignos, para avaliar a resposta à terapia, e para garantir que o tumor não recidivou.

Fonte: American Cancer Society (13/02/2015)

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Tireóide



Em 25 de julho de 2011 22:23, drika escreveu:
Dr.,

Boa noite,

Obrigada pelo retorno.
Gostaria de entender os resultados dos exames, o que significam:

Observam-se três volumes principais de captação do radiotraçador na região cervical anterior.


tecido funcionante (da Tireóide), que concentra Iodo ([131i] iodeto de sódio - radiotraçador), ou seja: a glândula Tireóide em suas 3 partes semelhante a um "H".

- ausência de imagem cintilográfica de tecido anômalo 
iodocaptante nos demais segmentos corpóreos ?

tecido anômalo iodocaptante = Tireóide

Ausência de tecidos parecidos com Tireóide em qualquer outro lugar
Atenciosamente

Grata

Adriana



Em 25/07/2011 09:52, Luiz escreveu:

Olá Adriana,
O que vc gostaria de entender?
posso responder por voz, seja fone ou Skype ou outro IM
Atenciosamente


Em 25 de julho de 2011 09:42, drika escreveu:
Bom dia, Dr. Luiz,

Como está ? Espero que bem !

Atrevi-me a enviar este email pois achei seu site interessante.

Fui submetida a uma tireoidectomia total devido carcinoma  papilífero (tinha 2 microcarcinomas de padrao classico e multifocal no lobo D), um benigno à E + esvaziamento cervical à E, em 18/05/11, com resultado de biopsia pT3NO.

Tomei o iodo 131 para exame do PCI e como resultado:

estudo pré radioiodoterapia.
imagens bidimensionais nas projeções anterior e posterior do corpo inteiro e em especial da região cervical foram registradas 48 horas após a administração oral de [131i] iodeto de sódio. Observam-se três volumes principais de captação do radiotraçador na região cervical anterior. não se evidenciam outros volumes de captação anômala do radioisótopo específico. eliminação fisiológica de [131i] iodeto de sódio pelos aparelhos digestório e urinário.captação na região cervical anterior (leito tireóideo): 3,0 %
interpretação:- tecido funcionante na região cervical anterior (três volumes). - ausência de imagem cintilográfica de tecido anômalo iodocaptante nos demais segmentos corpóreos.
 .

dose terapêutica [131i] iodeto de sódio 
a paciente recebeu dose terapêutica de [131i] iodeto de sódio na quantidade de 150,0 mci com finalidade de ablação de tecido tireóideo funcionante, permanecendo internada neste hospital em regime de isolamento contra as radiações ionizantes e recebendo cuidados especiais.  
a alta hospitalar ocorreu quando a taxa de exposição a um metro mostrou-se inferior a 6,0 mr/h, respeitando a legislação vigente.            
a pesquisa de corpo inteiro (pci), com imagens especiais foi registrada sete dias após a administração oral da dose terapêutica. 

Estou muito ansiosa, o sr. pode me explicar  ?

Grata

Adriana

domingo, 15 de novembro de 2015

Não perca tempo

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Você pode vê-lo accessando aqui

Blogger Erro de código 4005 (Mon Nov 16 1:52:57 CET 2015)

sábado, 6 de dezembro de 2014

Marcadores tumorais no câncer de pulmão



Tumor markers in lung cancer: a pathway to biological therapy



  
Fernando Azevedo Pacheco; 
Marcos Eduardo Machado Paschoal; 
Maria da Glória da Costa Carvalho 

 Os avanços recentes na genética e na biologia molecular permitiram a identificação de genes e
proteínas produzidos ou super expressados pelos tumores. Tais produtos, os chamados marcadores
tumorais, antes utilizados apenas como ferramentas de diagnóstico e prognóstico, vêm atualmente
tomando papel importante no desenvolvimento de novas modalidades de tratamento, direcionadas a
quebrar o ciclo biológico da progressão tumoral. Neste artigo, revisa-se o papel de alguns marcadores
tumorais tradicionalmente conhecidos (CEA, p53, NSE, K-ras), e descrevem-se a prevalência e a função
da superexpressão do receptor do fator de crescimento epidérmico (EGFR) e do seu produto protéico
(p185neu). Novos agentes têm sido desenvolvidos baseando-se no bloqueio da sinalização iniciada pelo
EGFR. Destes, destaca-se o ZD1839 (Iressa), uma droga via oral que inibe de modo reversível e seletivo a
atividade tirosina-quinase do EGFR, e que vem demonstrando bons resultados tanto isoladamente
quanto em combinação com outros agentes quimioterápicos. Tais avanços devem contribuir de modo
significativo no tratamento do câncer, principalmente no carcinoma de pulmão do tipo não-pequenas
células.



Palavras-chave: Carcinoma pulmonar de células não pequenas. Terapia biológica.
 
Keywords: Lung neoplasms. Tumor markers. Receptor epidermal growth factor."

sábado, 28 de dezembro de 2013

Re: HCG e cancro do pulmao

Olá Cláudia,

Obrigado por interagir,


é a ele que vc refere?

Att.

     Luiz Meira
+55 199 9612 6029

Cláudia escreveu:
O conteúdo não é claro, uma vez que não explica a patofisiologia dos mescanismos que levam a uma neoplasia pulmonar (p.e) a produzir hCG..qual a relaçao do tecido pulmonar com um tecido germinativo, onde LH não tem influência na sua correta funçao, ao contrario do ovario ou testículos

Cláudia

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

CA 72-4

Marta escreveu:
 
Gostava de saber o significado de um CA 72.4 de 35,11.
Todos os outros marcadores tumorais estão dentro dos valores normais. Apenas este, numa pessoa de 78 anos, é que tem o valor alterado.
Por si só, tem um significado específico?
 
Obrigada


Olá Marta,

este valor é muito alto, pois o normal é até 6

Replicando Lab Hermes Pardini:

Esta glicoproteína é um marcador tumoral utilizado no acompanhamento
de pacientes com câncer gástrico e, menos comumente, nos cânceres de
ovário e cólon.

 Níveis elevados são descritos em
pacientes com doenças gastrointestinais benignas (adenomas, pólipos,
diverticulite, colite ulcerativa, doença clorido-péptica, pancreatite,
cirrose hepática), pneumopatias, doenças reumáticas, cistos ovarianos e
doenças benignas de mama.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Marcadores eficazes

Dispositivo utiliza abelhas para detectar câncer e outras doenças


Um dispositivo criado por uma designer portuguesa utiliza a aguçada sensibilidade das abelhas para encontrar tumores e outras doenças graves no organismo humano. Por meio do novo aparelho, os insetos passam a dar complemento aos exames, identificando, ainda em fase inicial, as anormalidades na saúde das pessoas.
Desenvolvido pela designer Susana Soares, o dispositivo é composto por duas câmaras e conectado ao corpo do paciente submetido ao exame. Em um dos reservatórios, o cheiro exalado pelo organismo da pessoa é retido, e, no outro, ficam as abelhas prontas para entrar em ação: caso um odor desconhecido seja identificado, elas ficam perturbadas, voando em direções diferentes, o que explica a ocorrência das doenças.
As abelhas conseguem perceber as menores moléculas presentes no ar e são sensíveis às propriedades exaladas pelas glândulas apócrinas, que carregam as informações sobre a saúde do organismo. Segundo informou recentemente o site InHabitat, quando colocados no dispositivo, os polinizadores identificam todos os odores relacionados ao câncer de pulmão, câncer de pele e do pâncreas, assim como tuberculose.
O grande avanço sustentável para a descoberta de doenças foi apresentado na Dutch Design Week, um dos mais importantes eventos de design da Europa, realizado em Eindhoven, na Holanda. Ainda não há previsão de quando o equipamento passará a ser utilizado nos hospitais e laboratórios, mas, em algumas partes do mundo, as abelhas já vêm sendo incorporadas em biosensores, durante a execução de exames específicos.
Por Gabriel Felix – Redação CicloVivo